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População de 436 municípios já participa de pesquisa sobre percepção de riscos e desastres

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População de 436 municípios já participa de pesquisa sobre percepção de riscos e desastres
População de 436 municípios já participa de pesquisa sobre percepção de riscos e desastres

Lançado no dia 8 de setembro, o levantamento busca compreender como a população gaúcha percebe os riscos e desastres em suas regiões

A população gaúcha tem engajado na construção de um Estado mais preparado e resiliente. Moradores de 436 municípios já responderam à Pesquisa de Percepção de Riscos de Desastres Pela População Gaúcha, iniciativa da Casa Militar, por meio da Subchefia de Proteção e Defesa Civil. Desde o seu lançamento, em 8 de setembro, o levantamento já recebeu 6.162 respostas.

O objetivo da pesquisa é traçar um cenário de como a população percebe os riscos e desastres no Estado. As regiões que mais responderam estão o Litoral, a região dos Vales e a região de Passo Fundo. Osório foi, até então, a cidade com maior número de respostas, que totalizaram em 215. Considerando o perfil dos respondentes, 43% têm entre 36 e 50 anos e 46% têm ensino superior completo. Destaca-se, ainda, que 56% dos respondentes pertencem ao público feminino e 79% residem em áreas urbanas.

Todas as pessoas com mais de 18 anos e residentes em um dos 497 municípios do Estado podem responder à pesquisa. A perspectiva é de que o levantamento atinja aproximadamente 9 mil gaúchos, proporcionalmente divididos entre zona rural e zona urbana, com o intuito de abarcar diferentes perfis e, assim, qualificar processos internos, diretrizes e fluxos da comunicação de risco. Por isso, as Coordenadorias Regionais de Proteção e Defesa Civil e gestores municipais são fundamentais para que se possa atingir este número de respondentes.

A pesquisa é feita por meio de um formulário online e pode ser respondida até o dia 23 de outubro. Clique aqui para acessar.

Construção coletiva

Para que a Defesa Civil aprimore os seus processos, a integração junto às pessoas e comunidades é essencial para garantir a efetividade das ações, por meio da orientação e do fortalecimento das capacidades locais. Portanto, as respostas são muito importantes para que se possa identificar o quanto as comunidades cresceram em percepção de risco e cuidados, quais protocolos de comunicação são mais eficazes e o que ainda precisa ser melhorado.

Os resultados da pesquisa passarão por análises quantitativas e qualitativas, a fim de que possa avaliar a efetividade dos protocolos de comunicação e percepção da população por regiões. A iniciativa está alinhada com a Política Estadual de Proteção e Defesa Civil (PEPDEC), estabelecida pela Lei Complementar nº 16.263/24, além das diretrizes do Marco de Sendai e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), das doutrinas da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres (UNDRR).

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